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Relatório Mundial sobre Desastres

 

O relatório mundial sobre desastres é uma publicação anual da Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, que aborda as últimas tendências, factos e análises das crises contemporâneas, sejam estas naturais ou resultantes da acção humana, temporárias ou crónicas. Todos os anos o relatório é dedicado a um tema diferente.

2012 - Enfoque na migração forçada e deslocação

2011 - Enfoque na fome e desnutrição

2010 - Enfoque no risco urbano

2009 - Alerta precoce e acção antecipada

2008 - VIH/SIDA

2007 - Discriminação

2006 - Crises Humanitárias Negligenciadas

2005 - Informação em desastres

2004- Resistência Comunitária

2003 - Ética e Assistência

2002 - Redução de Riscos

2001 - Recuperação

2000 - Saúde Pública

 

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 2008 - VIH/SIDA

A epidemia da sida é um desastre a muitos níveis. Nos países mais afectados, na África Sub-sahariana, onde a taxa de prevalência atinge os 20%, o desenvolvimento é afectado e a esperança média de vida é reduzida para metade. Para os grupos específicos de população marginalizada, como os utilizadores de drogas por via intravenosa ou homosexuais, a taxa de prevalência do VIH está a aumentar. Além disso estes têm ainda de enfrentar o estigma,a criminalização e, caso existam o acesso restrito aos sistemas de prevenção e de tratamento. Este relatório explica o desafio que o HIV/Sida constitui para o mundo humanitário, cuja tarefa é melhorar as vidas das pessoas vulneráveis e apoiá-las no fortalecimento das suas capacidades e resistência. Os desastres causados pelo homem e os desastres naturais também podem aumentar a vulnerabilidade da população à doença.

  

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2007 - Discriminação

Género, raça, cor, religião, idade - existem tantas formas de exclusão social.  Os que sofrem exclusão social têm de enfrentar uma longa luta pela igualdade, mesmo quando têm coragem ou possibilidade para dar os primeiros passos. Contudo são poucos os que o fazem. O que é então a realidade para estes grupos quando surge uma situação de desastre? Escondidos, ignorados e invisíveis, os mais vulneráveis e aqueles que se encontram em maior situação de emergência, raramente estão na vanguarda das operações de salvamento. O relatório vira as atenções para estes grupos, examinando a forma e a razão pela qual estes têm de enfrentar a discriminação. Apela às comunidades, governos e agências para trabalharem mais no sentido de identificar os mais vulneráveis e trabalhar em conjunto para assegurar as suas necessidades específicas numa emergência.

 

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2006 - Crises Humanitárias Negligenciadas

Quantas pessoas estão excluídas da ajuda humanitária porque nenhum jornalista reporta sobre o seu caso, porque nenhum doador está interessado, porque nenhuma agência satisfaz as suas necessidades, ou porque os seus governos as ignoram? Este relatório explora os bastidores dos desastres em 2005-2006, combinando reportagens em primeira mão no campo acompanhadas com análise critica de fluxos de ajuda e preferências de doação e assuntos com falta de atenção. O relatório apela às organizações humanitárias, jornalistas, governos e académicos para trabalharem em conjunto no tratamento dos sintomas e causas das crises humanitárias negligenciadas.

 

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2005 - Informação em Desastres

As pessoas necessitam de informação, tal como precisam de água, alimentos, cuidados médicos ou abrigo. A informação pode salvar vidas, meios de subsistência e recursos. Esta pode ser a única forma de preparação para desastres que grande parte das pessoas vulneráveis podem ter acesso. A informação correcta leva a uma maior compreensão das necessidades e do tipo de resposta. Informação errada pode, por sua vez, dar lugar a intervenções desapropriadas ou até perigosas. A informação confere poder e a falta desta pode fazer as pessoas vítimas de desastres. Será que as organizações humanitárias utilizam a informação para acumularem poder ou para dar poder a outros? Este relatório apela às agências para se concentrarem menos na recolha de informação para as suas próprias necessidades e, ao invés, trocar informação com as pessoas que precisam do seu apoio.

 

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2004 - Resistência Comunitária

Nas horas que se seguem aos desastres humanitários, a maior parte das vidas é salva pela coragem e desenvoltura dos amigos e dos vizinhos. Durante crises duradouras como as secas, algumas sociedades rurais conseguiram desenvolver capacidades extraordinárias para enfrentá-las. Como podem as organizações humanitárias fortalecer em vez de minar esta resistência local? As percepções do desastre diferem entre aqueles que se encontram em risco e aqueles que tentam ajudar. De acordo com a experiência, todos os dias a maior preocupação das comunidades mais pobres são as ameaças aos meios de subsistência. Também, o consenso local e a cooperação são igualmente importantes na protecção das comunidades. O relatório defende que é necessário uma abordagem mais desenvolvida na criação de resistência a desastres, colocando as comunidades encarregues da definição das suas necessidades e do encontro das soluções mais adequadas.

 

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2003 - Ética e Assistência

O relatório examina os dilemas éticos levantados por emergências complexas, como situações pós-conflituais, desastres naturais e crises esquecidas, e analisa como a agenda política dos doadores, especialmente no pós-11 de Setembro de 2001, afecta a industria humanitária, os princípios humanitários e as pessoas vulneráveis. O relatório também explora as razões pelas quais os doadores demoraram tanto tempo a responder à fome na África Meridional; prova os dilemas nos esforços de recuperação que o Afeganistão enfrenta e examina a razão pela qual o assunto dos deslocados internos está na agenda internacional, quando continua a haver uma falta de compreensão em relação ao tema das migrações económicas (e ambientais). Outros capítulos abordam as dificuldades na construção das capacidades locais para os desastres e a questão de como os níveis de alta qualidade e responsabilidade podem fazer parte da ética na assistência humanitária.

 

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2002 - Redução de Riscos

O relatório defende que a redução do risco é uma condição essencial para o desenvolvimento sustentável. Examina a preparação para desastres e as iniciativas de mitigação em países vulneráveis a desastres em todo o mundo. O relatório inclui capítulos caracterizando os desafios e as oportunidades que enfrentam, situações bem sucedidas de redução de risco e de preparação para desastres desde Moçambique até a América Latina e pormenores sobre os efeitos do aquecimento global nas ilhas do Pacífico. Outros capítulos exploram o risco de sismos na Europa de Leste e Mediterrânea, responsabilidade humanitária e os últimos dados sobre desastres e refugiados. Além disso, o relatório apresenta uma metodologia de resposta a vulnerabilidades e capacidades recorrendo aos exemplos de Gaza/Cijordânia e Papua Nova Guiné.

 

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2001 - Recuperação

o relatório examina como os governos e as agências humanitárias trabalharam para promover a recuperação dos mega-desastres na Índia e no Bangladesh. Os capítulos sobre a Venezuela e Vietname propõem várias formas de como evitar novos riscos em casos de cheias e deslizes de terra. O relatório apresenta uma metodologia para a reabilitação do sector social, baseado num projecto piloto implementado na Somália após o conflito e analisa as causas da fome do Tadjiquistão. Outros capítulos abordam a recuperação das economias locais  e o papel dos voluntários nos desastres. Pela primeira vez, os desastres naturais e os conflitos são comparados estatisticamente.

 

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2000 - Saúde Pública

O relatório estuda os desastres na saúde pública, o legado de Chernobyl, as preocupações de saúde pública no Kosovo e na Coreia do Norte, o VIH/Sida na África, a hipótese de uma lei internacional de resposta a desastres e a quantidade de ajuda. O relatório contém uma base abrangente de dados sobre desastres e as listas da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, acompanhados de ilustrações em mapas e um índice.